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Um rosto em pastel seco

Março 30, 2010 by Mag  
Filed under Rostos em pastel

Mais um rosto em pastel seco, realizado seguindo o método que utilizo nos workshops.
Como bem sabem, este método para desenhar e pintar o rosto, foi simplificado por mim ao longo dos anos, a fim de poder ensinar a desenhar e pintar o rosto de uma maneira fácil.

Para quem não conhece os workshops para aprender a desenhar o rosto em pastel seco, ficam a saber que eles estão disponíveis no Atelier-online e podem saber mais sobre eles, visitando as ligações que nomeio a seguir:

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Como desenhar: Desenho Negativo – ParteIII

Janeiro 22, 2010 by Mag  
Filed under Desenho

Como desenhar: Desenho Negativo
Explicação e utilização do “Desenho Negativo”
Parte III- Aplicação prática deste conceito.

Este exercício se encontra exposto no livro “Drawing from line to life” de Mike Sibley.

Para quem não tem o livro ou não percebe inglês, e dando o devido mérito a este excelente desenhador, colocamos este exercício o qual é extremamente interessante para vos dar a perceber o conceito dos espaços negativos e positivos, assim como o a técnica de desenho negativo e a sua real aplicação.

Trata-se do desenho de vegetação colocado num fundo em sombra.
Foram definidas vagamente e com linhas muito ténues o conjunto de plantas que se pretende desenhar, que neste caso seria o objecto (positivo).
Mas em lugar de desenhar as plantas, desenhamos o espaço a volta. Só no fim, trabalham-se os espaços em branco ( ou seja as folhas) para dar o carácter e texturas necessários e aplicam-se as sombras.

Siga cada fotografia passo-a-passo para perceberem ainda melhor o processo…

Desenho-negativ-Ex-1

Nestas duas últimas imagens, fica claramente exposto o objecto ou espaço positivo (em branco). Estou-me a referir ás folhas. E nota-se como uma vez definido o objecto, é mais fácil trabalhar cada uma das folhas separadamente a fim de dar as texturas e acabamentos finais.

Desta forma fica evidenciado o conceito de desenho negativo.
Foram utilizados os espaços negativos de uma forma deliberada, para criar o desenho. Esta forma de desenho é especialmente útil para trabalhar imagens complexas com muitas texturas e planos de profundidade.

Desenho-negativ-Ex-2
Gostou deste tutorial?

Então leia também algumas dicas importantes sobre este tema AQUI…Hey…e não esqueça, participar!!!

Parte I- Desenho Negativo: O conceito
Parte II- Desenho Negativo: Exemplificação
Parte III- Desenho Negativo: Aplicação

Jose Carlos Pereira

Abril 5, 2009 by Mag  
Filed under Rostos em pastel

Este quadro pertence a uma pequena colecção de retratos em pastel seco, dedicados ás figuras públicas, principalmente artistas da televisão portuguesa.

Neste caso se trata de José Carlos Pereira.

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O procedimento para desenhar e pintar em pastel seco, é bastante simples, basta para isso seguir certas instruções…. Se deseja conhecer o procedimento, visite também estas ligações:


rc-jcpereira

Forma e Tamanho

Março 23, 2009 by Mag  
Filed under Desenho

Forma e Tamanho…A relação das proporções dos objectos.

A forma e tamanho dos objectos nos permitem reconhecê-los e diferencia-los uns dos outros.
Observando a Figura A-1, podemos concluir que o único factor em comum entre eles, é que todos são cogumelos. No entanto, cada um possui características diferentes em suas proporções, que nos permite diferencia-los entre si.
A relação entre as alturas, as grossuras dos “troncos” e as “cabeças” determinam a forma de cada um de eles respeito aos outros.
forma-1

Quando desenhamos, devemos observar minuciosamente o modelo e estabelecer adequadamente a relação de proporções entre os distintos elementos que o conformam a fim de representa-los correctamente.
forma-2

Se assim não o fizermos, estaremos a representar uns objectos parecidos aos modelos, mas não os objectos com as formas reais e correctas. No entanto, se calcularmos e mantivermos a relação de proporção com o modelo, estaremos definindo a sua forma e tamanho e representando-a correctamente mediante o desenho.

Vejamos por exemplo, a Figura A-2. As proporções das dimensões A e B dos cogumelos não são iguais aos representados na Figura A-1. Estes desenhos por tanto, não possuem as mesmas proporções.

Perspectiva atmosférica

Fevereiro 22, 2009 by Mag  
Filed under Desenho

Em arte, principalmente na pintura, a perspectiva atmosférica, refere-se á técnica, mediante a qual é possível criar ilusão de distância e profundidade entre os objectos aplicando certas técnicas que implicam a utilização da cor, do valor e da nitidez dos objectos representados.

Perspectiva aérea ou atmosférica, é um termo aplicado as artes plásticas. O nome não deverá ser confundido com o conceito de perspective aérea ou com três pontos de fuga, aplicado no desenho técnico ou na arquitectura.

Este conceito expressa que, a medida que a distancia entre o observador e o objecto aumenta, o contraste entre os objectos e o plano de fundo decresce assim como os detalhes e pormenores dos mesmos.

O descobrimento desta técnica foi do arquitecto e engenheiro do renascimento italiano Filippo Brunelleschi, embora seja erroneamente atribuído o descobrimento da mesma a Leonardo DaVinci pelo facto de ter ele utilizado intensamente esta técnica nas suas pinturas e por ter investigado e escrito muito ao respeito. Em alguns dos seus manuscritos descreveu a técnica à qual chamava perspectiva aérea, da seguinte maneira: “…as cores se tornam mais claras em proporção a distância da pessoa que esta a olhar para elas. Por tanto se estivermos a 5 vezes a distância do objecto, aclaramos a cor 5 vezes.


Como aplicar a perspectiva aérea ou atmosférica

Em relação á cor:

  • A temperatura da cor é utilizada pare criar o efeito de profundidade, utilizando cores mais frias nos objectos mais distantes e cores mais quentes nos objectos mais próximos.
  • Por exemplo, quanto mais longe os elementos de uma paisagem, mais frias são as cores a utilizar. Para representar os objectos ou elementos nos planos mais próximos deveram ser utilizadas cores levemente mais quentes.
  • Com a distância, as cores são representadas menos saturadas e com tendência a igualar a cor de fundo. No caso das paisagens, esta cor é geralmente azul, mas poderá variar de acordo com a paisagem a representar.

Em relação ao valor tonal e nitidez:

  • O valor tonal ou escala de valores, luzes e sombras, também são utilizados para representar distância nos desenhos e pinturas assim como a nitidez nos pormenores e detalhes.
  • Os objectos a distancia tendem a ser mais claros e menos definidos enquanto que os objectos em primeiro plano são mais escuros e bem definidos.


Exemplos:

Analisemos duas imagens para estudar este conceito da perspectiva atmosférica.

O primeiro exemplo representa uma fotografia de uma paisagem marina.
E fácil apreciar como as montanhas mais distantes estão representadas mais claras, menos nítidas e com tons mais semelhantes á cor de fundo, ou seja o azul que é uma cor fria.
A montanha mais próxima do observador, aparece mais nítida, notam-se os pormenores das rochas e o tom verde (cor quente) da vegetação.

perspectiva-aerea

No segundo caso, uma pintura de Claude Monet, chamada “Meadow with Poplars”.
Podemos confirmar que as cores no fundo tendem ao azul, ou seja a cor do céu, cor fria, e ao mesmo tempo são menos definidas e nítidas que as árvores em primeiro plano as quais alem de terem maior definição, estão pintaras com vários tons de verde, que é uma cor quente. Para confirmar a utilização desta técnica, podemos ver que no plano mais próximo ao observador, existem flores são vermelhas, no entanto a medida que aumenta a distancia, as flores se tornam cor de rosa com tendência ao violeta ( vermelho mais frio), perdendo ao mesmo tempo nitidez.

perspectiva-atmosferica

Como pintar com lápis de cor.

Janeiro 22, 2009 by Mag  
Filed under Tecnicas de pintura

A continuação veremos os tipos de traços e misturas que podem ser realizados com lápis de cor a fim de conseguir diversos efeitos:

sombreadoSombreado
Utilizando o lápis lateralmente e com a ponta bem afiada podemos conseguir o efeito de sombreado, que produz não só maiores áreas de cobrimento mas também o efeito de sombra com maior intensidade da cor num extremo e menor no extremo oposto.

Tracejado
tracejadoRefere-se as linhas realizadas de forma rápida, regular com diferentes espaçamentos.
Esta técnica é a principalmente utilizada para a técnica mista de pastel seco, cuidando de fazer pouca pressão com o lápis e unindo mais as linhas entre si.

Tracejado cruzado
tracejado-cruzadoTrata-se de linhas tracejadas sobrepostas em diferentes direcções. Pode-se utilizar uma cor o várias cores para criar efeitos de textura.

Tracejado circular
tracejado-circularAtravés da sobreposição de pequenos círculos rapidamente desenhados, obtemos este efeito.
Pode ser utilizada uma cor ou varias produzindo ricos efeitos de textura.

Marcas direccionadas
marcas-direccionadasTraços curtos seguindo uma direcção específica, contornos curvos de forma a imitar madeixas de cabelo ou relvado.
Mediante a utilização de duas cores densamente sobrepostas podem ser realizados efeitos fantásticos de sombras e ricas texturas.

Marcas de incisão
marcas-de-incisaoDa mesma forma que se realiza com o lápis de grafito, podemos conseguir este efeito com o lápis a cor, sobrepondo duas cores e depois fazendo ligeiras incisões para deixar a vista a cor inferior. Ou fazendo incisões no papel antes da aplicação com o lápis a cor de forma a ficarem linhas á mostra da cor da superfície do papel.

Brunidura
bruniduraSão camadas de cores sobrepostas aplicadas densamente e com pressão a fim de encher a textura do papel e produzir uma superfície de aspecto sedoso.
A imagem mostra o efeito de brunidura e o efeito de sobreposição de camadas tradicional, para perceber melhor a diferença entre as duas técnicas.

Lápis de Cor.

Janeiro 22, 2009 by Mag  
Filed under Tecnicas de pintura

O Lápis de cor é basicamente um lápis colorido muito utilizado para desenho, pinturas isoladamente ou em conjunto com outros médios.

O lápis de cor como o nome refere, é um lápis feito a base de pigmentos geralmente artificiais, com um forte aglutinante a base de cera.
Normalmente é comercializado em embalagens contendo 12, 24,36 ou até mais unidades de cores e tons diferentes ou individualizados. As marcas mais conhecidas são a Faber-Castell, Labra e Prismacolor.

Muitas pessoas associam o lápis de cor com as crianças e com os desenhos feitos nas escolas. No entanto, trabalhar com lápis de cor requer de uma grande técnica, semelhante a aquela que se requer para trabalhar com lápis de grafite, carvão ou pastéis.

Eu utilizo o lápis de cor, por exemplo, numa técnica mista  em combinação com pastel seco. Ele é utilizado como uma base para a criação do volume, definição das formas e desenho dos pormenores.

Se estiver interessado em conhecer esta técnica, pode visitar a galeria de retratos a pastel seco ou os trabalhos passo a passo no Atelier-Online

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