Rosto a preto e branco.
Junho 3, 2010 by Mag
Filed under No meu Cavalete!, Rostos em pastel
Neste processo que é aprender, todos os dias se descobrem e experimentam coisas novas. De que outra forma poderíamos aprender se não experimentando…?
Nessa perspectiva quero expôr hoje aqui um desenho realizado em pastel.
Com uma cor e três tons da mesma cor tentei fazer o que normalmente se faz com carvão ou grafite.


Fiz o trabalho como um todo, já que era a única forma de conseguir jogar e perceber a escala de valores. E logo a pouco e pouco fui apurando e acabando o desenho…
Nas imagens que coloquei é possível seguir o processo…

Eu gostei do resultado…E vocês?
Um rosto passo-a-passo.
Novembro 23, 2009 by Mag
Filed under Passo-a-passo, Rostos em pastel
Desenho do Rosto na técnica mista de lápis de cor e Pastel Seco.
Esta técnica para desenhar o rosto combina o lápis de cor e o pastel seco.
Denomina-se uma técnica Mista e representa um procedimento simples, rápido e especialmente fascinante para quem deseja aprender a desenhar o rosto, pela simplicidade do procedimento.
Criatividade.
Alem de saber desenhar e pintar, é importante saber improvisar….Isso é criatividade.!!
Neste projecto específico, a partir de uma fotografia de um rosto foram adicionados alguns elementos extras que ajudam a criar uma composição interessante:
• O rosto foi inclinado, já que o original estava na posição vertical.
• Foram aditadas umas rosas em primeiro plano.
Materiais Utilizados.
• Lápis de cor : Burnt Umber, Burnt Siena, Light Siena e vários tons de azul para os olhos.
• Pastel seco: Varias tonalidades de Burnt Siena, Raw Siena e Gold Ochre
• Pastel Seco: Para as rosas branco, creme, rosa, vermilion
• Papel Canson Mi-Tientes para pastel cor: Terra de Siena
Importante…
• Como é sabido, com os pastéis não podemos fazer misturas para obter cores, por tanto devemos adquirir tantas cores como forem necessárias para obter as tonalidades desejadas
• Em relação ao papel utilizado, devemos escolher um tom que se aproxime ao tom de pele que vamos desenhar, assim será mais fácil conseguir realismo no retrato a pastel.
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Passo-a-passo
Como todos os meus desenhos a Pastel, eles são feitos em 4 ou 5 passos básicos.
• O primeiro passo é realizar o desenho. Para isso se utiliza o lápis de cor siena torrado ou Burnt Sienna.
• A seguir se realizam as meias sombras para dar volume ao rosto.
• O terceiro passo será, realizar os olhos, a adicionar o pastel ao desenho.
• A seguir se realizam os complementos. Neste caso as rosas.
• Por ultimo se colocam todos os pormenores, cabelo, brilho dos olhos, pontos de luz, etc.
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E aqui temos o resultado final…
A diferença entre um retrato comum e um retrato com realismo está nas luzes e nas sombras, elas ajudarão a dar mais volume e mais vida ao retrato.
Com lápis de cor ou lápis pastel, podemos dar mais ênfase as sombras e as luzes.
Pintar o rosto em pastel seco – Workshop Online!
Setembro 7, 2009 by Mag
Filed under Videos, Workshops Online!
Aprender a desenhar e pintar em pastel seco nunca foi tão fácil!!!
Para quem deseja aprender a desenhar e pintar em pastel seco, esta é uma oportunidade única…
Graças as sugestões de muitos visitantes e seguidores do www.Atelier-Online.com e de “Amopintar”, o Workshop Nível básico para aprender a desenhar e pintar o rosto em pastel seco, JÁ ESTA DISPONÍVEL ONLINE!
De que trata este Workshop?
Este workshop é o produto de vários anos de experiência, centos de retratos e muitos workshops a ensinar a desenhar e pintar em pastel seco.
Este workshop foi criado a partir de um workshop ao vivo, de nível básico, dirigido a quem não sabe desenhar ou pintar em pastel seco.
O objectivo foi simplificar o procedimento de execução do desenho e de pintura ao máximo, de forma a permitir que qualquer pessoa, sem conhecimentos mas com intuição e interesse artístico, possa conseguir o seu objectivo…Assistir ao Workshop e pintar um rosto.!
Qual é o conteúdo do WORKSHOP ONLINE…
- Informação para criar o seu pequeno ambiente de trabalho.
- Instruções para aprender a escolherem os materiais.
- Apresentação da técnica da quadrícula para ajudar a quem não sabe desenhar.
- O desenho do rosto escolhido, dividido em etapas, para permitir ao iniciante focalizar a sua concentração e habilidades em pequenos espaços e objectivos.
- Desta forma aprenderá a pintar o rosto, os olhos, o cabelo, o fundo do quadro, o pano, o qual por sua vez foi dividido em três partes diferentes.
- Muitas dicas.
- Alem disto, terá uma secção de downloads onde encontrará um documento *pdf com a tabela e cores em Pastel Seco da marca “Rembrandt” para ajuda-lo na escolha das cores.
- O ficheiro *jpg com a fotografia que serve de modelo
- O Ficheiro *txt de instruções
Como esta organizado este Workshop!
- Esta organizado em forma de “Pagina Web” de forma que seja fácil a visita a cada uma das páginas, permitindo ao estudante parar num determinado ponto, adiantar, rever, voltar atrás, voltar a ver, ir a frente…tudo completamente á sua vontade e ao seu ritmo.
- Contem mais de 200 fotografias ilustrativas e demonstrativas dos passos a seguir para aprender a desenhar e pintar.
- Contem vídeos a mostrar as técnicas e formas de aplicação
Como se utiliza o Workshop.
- Mediante um Registo no Atelier Online e o pagamento do Workshop, poderá ter acesso imediato a todo o conteúdo por tempo ilimitado.
- Poderá aceder desde qualquer computador, em casa, na escola, no local de trabalho.
- Poderá aceder a qualquer hora do dia ou da noite.
- Poderá enviar os seus trabalhos e perguntas e ir controlando o avanço dos seus trabalhos.
- Graças ao acesso online, poderá poupar em despesas de envio e transporte.
- Além de tudo isto, com o acesso a estes dois primeiros workshops, poderá também ganhar descontos para futuros workshops.
Não perca este oportunidade UNICA….PARA SI QUE SEMPRE SONHOU COM APRENDER A DESENHAR!
José Eduardo Moniz
Abril 4, 2009 by Mag
Filed under Rostos em pastel
José Carlos Malato
Abril 3, 2009 by Mag
Filed under Rostos em pastel
Como criar uma escala tonal
O conceito específico sobre o significado e importância da escala tonal, será explicado em outro artigo, futuramente. Por enquanto o mais importante é saber que existe este conceito e saber como exemplifica-lo.
Para fazermos uma tabela de escala tonal, devemos contar com a nossa colecção de pelo menos 7 lápis com numeração do 6B ao 6H. Poderia contar por exemplo com a seguinte sequência: 6B, 4B, 2B, HB, 2H, 4H, 6H.
Se tem dúvidas sobre este tipo de lápis, leia o artigo sobre “Os tipos de lápis”
A seguir, realize uma quadrícula com 7 quadrados como se indica na imagem a seguir

Sobre esta quadrícula, começando pelo quadrado da esquerda e utilizando o lápis 6B, encha o espaço.
No quadro a seguir utilize o lápis de numeração inferior e assim sucessivamente até preencher todos os espaços com os 7 lápis que dispõe.
Neste momento, deverá ter uma sequência semelhante a imagem que segue:

Este exercício também pode ser feito só utilizando exclusivamente o lápis 2B por exemplo e variando a pressão com que o aplica sobre o papel. Tente fazer esta tabela desta forma, já que será muito útil para aprender a manejar e controlar a pressão da sua mão sobre o papel aprendendo assim a ganhar mais controlo e precisão dobre o seu desenho.
Como os artistas famosos utilizaram o pastel seco.
Janeiro 24, 2009 by Mag
Filed under Artigos e Leituras, Pintores famosos
Os inícios da técnica de pintura a pastel
O pastel começa a ser utilizado nas suas origens como um meio seco e rápido de aplicação das cores ao desenho, para assim potenciar os volumes e se aproximarem mais a realidade, principalmente na pintura de retratos e figura humana.
No século XVIII já e considerada uma das técnicas mais utilizadas pelos artistas da corte francesa e hoje em dia já não é vista só como um complemento ao desenho mas sim como uma técnica pictórica com personalidade própria.
A forma como o pastel é conhecido hoje em dia, tem os seus inícios entre os séculos XVI e XVIII.
Muitos artistas utilizavam lápis pastel para os seus esquissos. Temos dessa data alguns exemplos, como os estudos feitos por Federico Barocci (1535-1612).
Os trabalhos de retratos de Daniel Dumoustier (1574-1646) e de Claude Mellane (1598-1688), deram para criar enormes galerias com as suas representações. Eles poderiam ser chamados os predecessores da técnica do pastel.
Para finais do século XVII o pastel cresceu como um género autónomo e fica associado ao nome de Rosalba Carriera (1674-1757), e aos seus elegantes retratos realizados com esta técnica.
Podemos então considerar esta artista como a pioneira desta técnica.
Foi esta pintora veneziana, quem adquiriu grande sucesso ao trabalhar em França durante o reinado de Luis XV. As suas técnicas foram aperfeiçoadas por Maurice Quentin de la Tour quem se converteu no retratista mais popular desse século (1704-88).
Eles foram seguidos por Mary Cassatt, Watteau, e por muitos outros artistas.
Assim, em França, a pintura a pastel chegou a se converter num “género de epidemia” que fez que para 1780 já trabalhassem em Paris mais de 2500 pastelistas.
Edgar Degás (1834-1917), foi o primeiro pastelista entre os impressionistas, coleccionou as obras de “de la Tou”r e desenvolveu a sua técnica para alem das fórmulas tradicionais dos maestros do século XIX.
Todo artista que deseje pintar com pastel deveria estudar as obras de De la Tour e do seu contemporâneo Perronneau (1715-83), os retratos mais sérios de Chardin (1609-1779) e as inúmeras técnicas aplicadas por Degás, Edouard Manet, La Trec e tantos outros ao longo do século.
Os pastéis permitem desenhar e pintar com toda a vivacidade da cor sem as desvantagens do tempo de secado a distintas velocidades e outras dificuldades associadas á pintura a óleo.
O pastel, tem uma apresentação íntima que faz com que muita gente pense que pintar com eles é fácil e rápido. Isto, como poderá descobrir qualquer artista que experimente a técnica, é só ilusão. Pode servir de consolo uma carta escrita por De La Tour ao Marques de Marigny (irmão de Madame Pompadour) na qual o artista nomeia as dificuldades da técnica:
“O pastel, Exmoº Marqués, apresenta muitos mais problemas, tais como o pó, a debilidade de alguns pigmentos, o facto de o tom nem sempre ser exacto, ter que misturar as cores no próprio papel, sob o risco de estragar o trabalho e a falta de solução quando a obra perde o espírito…”
Mesmo assim, hoje em dia, este médio continua a ser uma técnica de grande força seguida por milhares de artistas a volta do mundo.!!!
Como pintar um retrato.
Janeiro 20, 2009 by Mag
Filed under Artigos e Leituras, Desenho, Passo-a-passo, Teoria da cor
O método para pintar retratos é uma questão pessoal. O carácter do retrato, depende da sensibilidade e capacidade de observação e criação do artista. Em primeiro lugar é necessário saber o que o cliente pretende, se for o caso de um retrato por encomenda, se não for o caso, então é muito mais simples. Quando e retrato é feito por encomenda, bem seja com desenho ao vivo ou com sessão fotográfica, existem algumas perguntas que devemos fazer a nos próprios como artistas:
- Qual é a característica essencial do modelo.
- Como é que o modelo se vê a si próprio em relação ao mundo que o rodeia.
- Alguma pose particular fica mais natural e expressiva em relação á personalidade do modelo.
- Alguma roupa, uniforme, jóia, animal de estimação, ambiente, poderá contribuir.
- Se o modelo tiver alguma foto que goste de si próprio, ela será de grande ajuda, revelando mais algum pormenor da personalidade do modelo.
- Outra pergunta interessante é saber, se o modelo tivesse que representar uma figura histórica qual esta seria. Que figura admira mais?
- O último será saber se o retrato é só de rosto, rosto e ombros, incluir ou não as mãos, meio corpo, três quartos ou corpo inteiro, vertical, semi-reclinado ou reclinado….
Parecem perguntas pouco óbvias e inúteis, mas não há nada mais impessoal que desenhar um homem em fato preto e gravata ou uma mulher em fato formal. Qualquer coisa que defina e ajude a ressaltar a expressividade, a sensibilidade o carácter e personalidade do modelo, serão indispensáveis para a criação de um retrato perfeito. A história já nos mostrou como uma obra de arte é capaz de fazer um modelo famoso. Referimos por exemplo retratos como a “Monalisa”, “Mrs Siddons” ou “Madame Houdom”, antes de nos referirmos aos seus autores.
Observe aos seus modelos e faça perguntas, como se o retrato que vai fazer agora fosse transcender a futuras gerações para lhes mostrar o seu espírito a sua vida e a sua história.
Considerações práticas.
Aspecto físico relevante. Uma das coisas mais importantes é descobrir e explorar o aspecto mais relevante do modelo, da mesma forma como os caricaturistas o fazem. A forma de o fazer é fácil: observar o modelo e nos perguntarmos a nos próprios, a frente do modelo, qual é a característica que mais ressalta neste modelo…pode ser as sobrancelhas grossas, o sorriso, as mãos, alguma pose, o cabelo abundante, o olhar…Descobrir e ressaltar estas características, farão do retrato único e pessoal.
Os olhos. Para mim um dos pontos de maior interesse. Tanto quanto possível, eu procuro fazer os olhos tão detalhados quanto possível…esta é a porta de comunicação entre o modelo e o observador o ponto de impacto e atracão visual. Algumas dicas: Íris grande para dar sensação de bondade e generosidade. Nunca utilizar branco puro, a mistura com azul, ocre, dá um aspecto mais natural. Os pontos de luz, são importantes assim como a assimetria…ninguém tem os dois olhos exactamente iguais…. O cabelo De uma forma geral, sendo a fronteira entre o rosto e o fundo do quadro, eu procuro não trabalha-lo em excesso, a menos que este seja o aspecto mais ressaltante do modelo, ou o seu contributo seja de grande importância para impor carácter ao retrato.
A boca Se os olhos são o ponto focal de impacto visual no retrato, a boca é o ponto de impacto emocional. Se a boca não transmite o estado emocional e disposição do modelo, então o observador verse-a forçado a procurar este sentimento no olhar…esta e uma das características da “Monalisa”. O mistério transmitido numa boca que não transparece um sentimento específico, e um olhar que não permite ao espectador resolver o dilema.
A roupa. Apesar da dificuldade que as pregas e sombras de uma peça de vestir possa representar, esta actividade de a pintar torna-se bastante relaxante. Não requer a concentração que requerem todas as partes do rosto.
O fundo. E aqui em que o artista expressa a sua forma narrativa. E aconselhável misturar e utilizar todas as tonalidades que foram utilizadas para a realização do quadro.
Considerações Praticas Se deseja aprender algumas dicas sobre como desenhar cada parte do rosto, existe um tutorial disponível no Atelier-Online, e do qual nos já demos informação neste Blog. Este curso se chama “Desenhar o Rosto perfeito”.
Visite o link e decida se pretende começar já, a desenhar um rosto perfeito.!
Como desenhar o rosto passo-a-passo.
Janeiro 10, 2009 by Mag
Filed under Passo-a-passo, Rostos em pastel
Desenhar o rosto em pastel, é para mim um desafio e uma recompensa!
Ver o rosto das pessoas quando olham para o desenho e a expressão do olhar a dizer: ” Sou mesmo eu..!!!” é para mim realmente gratificante.
Duas dicas Importantes…
- Como é sabido, com os pasteis não podemos fazer misturas para obter cores, da forma como podemos fazê-lo com outros médios como os acrílicos ou os óleos, por tanto devemos adquirir tantas cores como forem necessárias para obter as tonalidades desejadas
- Em relação ao papel utilizado, devemos escolher um tom de papel que se aproxime ao tom de pele que vamos desenhar, assim será mais fácil conseguir realismo no retrato a pastel.
A continuação passarei a realizar uma breve descrição da forma como eu desenho o rosto em pastel seco.
È evidente, que os passos a seguir estão resumidos, mas ajudarão a dar-vos uma ideia do procedimento.
Basicamente eu utilizo uma técnica mista que combina o pastel seco e o lápis de cor.
Os materiais:
Lápis de cor: Burnt Umber, Burnt Siena, Light Siena assim como vários tons de azul para os olhos.
Pastel seco: Varias tonalidades de Burnt Siena, Raw Siena e Gold Ochre
Superfície: Papel Canson Mi-Tientes para pastel cor na Ocre Claro.
Uma nota esclarecedora antes de continuar: Para me referir as cores as cores que utilizo de pasteis ou de óleos, sempre procuro os nomes em inglês. A razão é simples, já me aconteceu comprar tintas provenientes de outros países e diversas marcas cujas denominações são traduzidas, e depois sofrer a desilusão de ter comprado um tom diferente de aquele que estava a procura.
Se for possível, quando adquirir tintas ou pasteis seja de que pais for, procure sempre o nome em inglês, assim terá alguma certeza de qual é a cor que esta a comprar.
Demonstração passo-a-passo.
Passo-1.
O primeiro passo será, delineamos a forma do rosto com as linhas básicas suficientes para compreender os pormenores da forma representada.
Estas linhas deverão ser leves, de outra forma será difícil disfarça-las.
No meu caso, realizei o esboço com lápis de cor marca Prismacolor na cor Burnt Siena, já que esta cor disfarça-se muito bem neste tipo de papel.
A seguir, começo a fazer sombras e dar volume ao rosto, muito suavemente, sem vincar o lápis.
No entanto estas sombras deverão ser bem definidas.
Passo-2
De forma a começar a dar profundidade ao desenho, neste ponto, começo a dar cor aos olhos e a boca.
Eles, nos ajudarão a perceber o conjunto e a decidir se é necessário dar mais intensidade as sombras.
Apesar do tamanho pequeno dos olhos e dos lábios em comparação com o conjunto, eu presto especial atenção a eles e dedico tempo a misturar tons de forma a garantir o realismo.
Para os olhos por exemplo, utilizei pelo menos 7 tons de azul e verde e para os lábios 3 ou 4 tons diferentes de lápis de cor.
Passo-3
Uma vez que tenho definida a forma do rosto, as sombras que definem as respectivas linhas de expressão e os olhos, passo a aplicar o pastel seco.
O pastel será aplicado em camadas suaves e esbatidas com a mão ou com papel.
Nesta fase, passo também a definir os pontos de luz e brilho, tanto no rosto como nos olhos.
Como podem ver, na fotografia que acompanha este passo, o rosto já tem vida, só falta agora o cabelo e acessórios, neste caso a túnica.
Passo-4
Neste ponto, começo a aplicar pastel a volta do rosto para dar forma ao cabelo, e as pregas do tecido. Todo este procedimento será feito aplicando o pastel seco directamente sobre o papel e espalhando-o com os dedos. Mediante a combinação de vários tons de pastel, consigo o efeito de volume.
Para finalizar o desenho aplico pontos de luz. Eles servem para ressaltar o brilho do cabelo, do tecido, da mão e do rosto.
Estes são de uma maneira muito resumida, os passos para desenhar o rosto humano com aspecto realista.
Existem outros procedimentos, mas cada pessoa deverá descobri-los conforme avançam no processo de aprendizagem.
Cada um deverá descobrir o seu próprio método e estilo… Este é o meu.!
No entanto uma coisa deverá ser sempre comum a todos os artistas independentemente dos seus métodos de trabalho, e isto é a observação minuciosa do que se pretende pintar.
Se desejam ter mais informação sobre esta técnica, podem visitar www.atelier-online.com
Até um próximo desenho…Boas Pinturas!!!
























