Pastel seco “Art Spectrum”
October 29, 2010 by Mag
Filed under Materiais de pintura, No meu Cavalete!, Pergunte...que eu respondo!
Chegou a vez dos pasteis secos “Art Spectrum”.
Esta marca não é muito conhecida nem fácil de encontrar em Europa o que é uma pena porque este material é de longe uma das melhores marcas que já experimentei.
O retrato ao pé deste artigo foi feito com uma caixa de 30 cores especificamente criados para os retratos. A gama de cores é espectacular e muito variada tendo não só cores para a pintura dos tons de pele, mas também outras cores básicas como azuis, vermelhos e verdes, que facilitam a pintura de objectos e acessórios alem do rosto.

Os pasteis são extremamente suaves, são fabricados em forma de barrinhas cilíndricas e possuem uma etiqueta com informação muito útil para o artista como o numero e cor do pigmento, o nome e código do pastel, o grau de transparência e permanência, e alem disto tudo, a etiqueta esta picotara em cinco zonas diferentes, de maneira a poder ser rasgada cada secção na medida em que vai se gastando o pastel.

Este retrato foi feito em papel da mesma marca e não há dúvida que um bom pastel necessita de um bom papel.
O papel da “Art Spectrum” conhecido como Colourfix Pastel Paper, é feito com uma cobertura arenosa sobre uma base de papel aguarela de 300gr…O resultado é incrível.
Espero que gostem do resultado e que tenham como eu a oportunidade de experimentar estes maravilhosos materiais. Se não existe nos vossos países, procurem nas lojas online.
Para saber mais sobre a marca, convido-vos a visitar a seguinte ligação: “Ast Spectrum”.
Este é o site do fabricante onde não só encontrarão informação sobre pasteis e papel mas também uma enorme gama de productos novedosos para os artistas plásticos.
Até breve.
Boas Pinturas!!!
Pastel seco “Great American Art Works”
September 23, 2010 by Mag
Filed under Pintura a Pastel.
Para continuar a responder perguntas sobre as marcas de pasteis, as suas características e resultados na aplicação, criei este artigo.
Recentemente utilizei os pasteis da marca “Great American Art Works”. Esta marca poderia ser definida como pastel seco na categoria super suave.
Os pastéis são completamente feitos a mão e vendidos em forma de barras rectangulares, bem separadamente o bem em conjuntos de 18, 36, 39, 78 cores específicas para diferentes temáticas como: retrato, paisagens, paisagens urbanas, marinas, flores, cinzentos, círculo cromático, etc
Eu tive a enorme alegria e prazer de ter sido ofertada com uma caixa de pasteis desta marca. Um conjunto chamado “Anatoly Dverin Portrait Palette” com uma selecção de cores exclusivamente dedicadas ao retrato e uma fantástica combinação de tons.
Possuem uma textura extra suave, devido a ausência de aditivos e as cores misturam-se facilmente. Segundo a informação que tenho eles são feitos á mão e só com mistura de água. Vale a pena ressaltar também que devido a este facto, eles são extremamente delicados e fácil de partir pelo que têm que ser manejados com cuidado.
Utilizei estes pastéis em papel “Canson” para realizar o retrato que se vê no fim da página.
Ainda vou testar este material em diversos tipos de papel, já que acredito que com semelhante suavidade e qualidade, talvez escolhendo um tipo de papel mais areoso a forma de trabalhar seja ainda mais agradável.

Para conhecer mais sobre os pasteis secos desta marca, visite este link “Great American Art Works”.
Ali encontrará um catálogo com todas as tonalidades existentes, aproximadamente 480 cores, assim como os conjuntos disponíveis e uma listagem dos sítios onde poderá adquirir este maravilhoso material.
Até a próxima.
Boas Pinturas!!!
Espaço negativo e espaço positivo
Como já foi descrito em vários artigos aqui em “Amopintar”, todos nos possuímos uma capacidade natural de desenhar.
Se ainda não leu esses artigos sobre este assunto, recomendo seriamente que os leia…terá uma visão diferente sobre o tema que falaremos a continuação e sobre os exercícios que facilitamos neste Blog!
Ver como os artistas
Aprender a ver
O nosso objectivo ao longo de todos os artigos, dicas, exercícios e tutoriais será descobrir as nossas capacidades naturais e desenvolve-las
a.-Não subestime nenhuma informação que oferecemos aqui
b.-Faça todos os exercícios
c.-Pratique
d.-Pergunte e sugira novos temas participando no Blog.
Um dos temas e técnicas abordadas na aprendizagem do desenho baseia-se na observação dos espaços negativos e positivos…mas o que é isto e como se utiliza?
Espaços negativos e positivos.
Basicamente consiste numa técnica, na qual desenhamos nos abstraindo da identificação especifica do objecto que estamos a desenhar e passamos só a observa-lo como um bloco mais os seus espaços circundantes.
Com isto conseguimos desenhar com mais precisão.
Passarei agora a explicar esta técnica, mas antes necessitamos conhecer alguns termos:
Espaço positivo: No desenho o espaço positivo é aquele espaço que ocupa o objecto
Espaço negativo: E o espaço a volta do objecto

Se tomarmos a fotografia do pássaro que representamos na Imagem-1, e a transformarmos (só para efeitos desta explicação), numa imagem simples de formas a preto e branco, como vemos na Imagem-2, será muito fácil perceber que a forma em preto é o espaço positivo, ou seja o espaço ocupado pelo objecto que queremos representar, neste caso, o pássaro. E o espaço negativo é a forma representada em branco, ou seja o espaço a volta do objecto.
Olhando para as duas imagens, pense por uns instantes…qual das duas imagens acha que representaria com mais facilidade? A Imagem-1 ou a Imagem-2.
Sem dúvidas que será muito mais fácil para si, representar com maior precisão o desenho da Imagem-2. Porque está a abstrair-se do nome da figura que esta a desenhar e só está a olhar para formas, dimensões e proporções.
Não esta a desenhar um pássaro, mas sim uma mancha preta com uma branca a volta.
Agora e o seu turno de participar….Peque na Imagem 2 e tente reproduzir o que vê, prestando atenção ás distancias entre a mancha preta e o limite da imagem e nas proporções da imagem…como resultado, deverá obter um desenho como o que se mostra a seguir:

Não deixe de assistir a todos os exercícios, tutoriais, dicas e passo-a-passo…em cada um descobrirá uma informação nova e útil….ahhhhh e participe. Gostaria de saber o que opina de nos e deste Blog, o que gosta ou não gosta nele….Posso contar consigo?
Bons Desenhos e Boas Pinturas!
Aprender a desenhar-ParteII
January 8, 2010 by Mag
Filed under Artigos e Leituras, Desenho
Aprender a desenhar-Parte I
Aprender a desenhar-Parte III
O talento deve ser desenvolvido.
Desgraçadamente, o mundo está cheio de pessoas talentosas que nunca progrediram nem alcançaram os seus sonhos, por pensar que o talento é uma dádiva magica que só alguns possuem. A maior parte até chega a conclusão que só alguns nascem com certos talentos… “Tem que se nascer artista”.
Para mim esta é uma verdade a meias.
Todo o mundo pode aprender a desenhar….como todo o mundo pode aprender a escrever, a dançar ou a praticar um desporto. Desenhar forma parte da natureza humana…é uma forma de expressão.
Basta ver as crianças e notar como se divertem a desenhar e fazem-no de maneira natural… Ninguém nasce artista….pode-se no entanto, nascer com paixão pelas artes, e com o tempo se converter num talentoso artista.

O que significa desenhar.
Desenhar significa algo diferente para cada pessoa. Se procurarmos no dicionário, verificamos, a seguinte definição: Desenhar é aplicar com algum médio especifico, sobre uma superfície para produzir uma imagem visual.
Estas palavras não definem exatamente o que o desenho representa para cada pessoa ou o que o desenho representa a nível pessoal.
Façamos o seguinte exercício: o que significa desenho para ti…. Que sentes quando dizes a palavra desenho…. Como definirias esta palavra…. Pensa, sente e completa a frase.
Para mim desenhar é……
Para mim desenhar e devo incluir pintar, é desfrutar do prazer de representar num papel o que vejo, da forma como o sinto…
O que faço torna-se uma paixão enquanto aprendo novas técnicas…quanto mais gosto e desfruto do processo…mais apaixonante também se torna aprender.
Todos podem aprender a desenhar. Com interesse, paciência, vontade, podemos desenhar tão bem quanto desejemos.
O mais importante é manifestar, comunicar através do artista que todos levamos por dentro….
Aprender a desenhar – PArte III
Treinar o cérebro para desenhar – Parte I
Tutorial: Treinar o cérebro para desenhar
ParteI
Desenhar uma assinatura!
Na sequência do processo para aprender a ver como os artistas, existem vários exercícios indicados para aguçar esta capacidade inata que todos temos e que depende directamente do desenvolvimento do lado ou hemisfério direito do cérebro.
Nesta serie de vários tutoriais que iremos apresentando a pouco e pouco, mostraremos alguns dos exercícios criados no sentido de ajudar a desenvolver estas capacidades…
Leia os artigos, faça os exercícios e não subestime o valor do informação…Você ficará surpreendido ao comprovar os maravilhosos resultados que sentirá, após algumas horas de trabalho.
Imitar uma assinatura.
E agora você estará a pensar…eu quero desenhar pessoas, objectos, coisas, animais! Ao que eu respondo: Sem presas, primeiro temos que treinar o nosso lado criativo.
Porque uma assinatura?
E para isso nada melhor que abstrair-nos do que estamos a desenhar…Uma assinatura não é outra coisa que uma sucessão de espaços positivos e negativos, formas e proporções entre eles.
Porque, virada ao contrário?
Simples…Para enganar ao nosso cérebro.
Quando vemos alguma coisa e pretendemos desenha-la, a primeira coisa que fazemos mesmo inconscientemente é interpreta-la e encaixa-la dentro dos padrões que conhecemos. Isto é um grande atrapalho na hora de desenhar, porque acabamos por não ver o que realmente temos a frente dos olhos e em lugar disso nos esforça-mos por trespassar ao papel formas baseadas nos preconceitos e imagens da nossa mente em lugar da realidade.

Acreditando ou não, passemos a fazer este exercício.
•As Formas.- Tente esquecer o que cada forma quer dizer e concentre-se exclusivamente nas formas. Ou seja: pense “esta é uma curva , aqui há uma inclinação, isto é um semicírculo…em lugar de pensar: isto é um “C” ou esta letra é um L ao contrario….Não pense assim, isto atrapalha!!!
•Os Ângulos: Concentre-se em ver as inclinações e ângulos?
•Espessuras: È constante ou varia
•Espaços: Procure os espaços ou saltos entre as formas.
•Estilo: Cada assinatura tem personalidade…Verifique se os traços são contínuos ou cortados…Se esta a imitar uma assinatura, tem que parecer verídica.!!!
Quando acabar, vire-a ao contrário o seu desenho e compare-a com o original. Que tal…são parecidas? Se não ficou parecida, faça o exercício de novo, desta vez com a assinatura ao direito, com calma e verifique:
• Qual resultado é melhor
• Qual fez com mais confiança
• Qual foi mais fácil.
Como ponto final, aconselho que repita este exercício com assinaturas de varias pessoas e não se precipite em começar a querer desenhar, recorde que o principal objectivo com este pequeno tutorial é melhorar a capacidade de coordenação entre os olhos e a mão… aprender a ver como os artistas vêm.



Nota.-
Aqui tem varias assinaturas de personalidades conhecidas para que pratique e se divirta um pouco.
Para satisfazer a sua curiosidade, você está a desenhar as assinaturas de Jackeline Bisset, Alfred Hitchcook, Elvis Presley e Joan Collins….
Parte-I: Treinar o cérebro para desenhar/ Desenhar uma assinatura.
Parte-II: Treinar o cérebro para desenhar/ Desenhar ao contrario
Parte-III: Treinar o cérebro para desenhar/ Desenhar a sua mão
Todos sabemos desenhar…
May 25, 2009 by Mag
Filed under Artigos e Leituras
Todas as crianças são artistas…O problema é permanecer artista quando crescem. – Pablo Piccasso
Uma vez que quando crescemos “desprendemos”, devemos procurar na nossa vida adulta formas de reaprender… nunca é tarde para cumprir o nosso sonho!!
Basicamente, não é necessário talento, mas sim muita paciência, perseverança… e procurar e incentivar todo o talento dormido que levamos dentro!

Se algum dia aprendeu a escrever, o a dançar, porque não haveria de aprender a desenhar?
A final trata-se de aprender a ver aquilo que queremos desenhar e aprender a coordenar os nossos olhos e as nossas mãos para reproduzir o que vemos numa superfície em duas dimensões.
Realmente não há grandes segredos, mas sim dedicação e prestar atenção… demais esta dizer que também é necessária muita prática…
Alguma vez souberam de algum dançarino que não dedique pelo menos 4 horas diárias ás suas praticas…Ou algum desportista que não treine diariamente e exercite o seu corpo…Com certeza que não…!
Então, esta é a primeira chave para tudo… PRATICAR!!!
Se esta neste blog, a ler estes artigos e a querer aprender, recorde que:
a-Não é por ler o que aqui encontra, que aprenderá
b-Não é por ver os desenhos que aqui apresentamos ou por seguir os tutoriais, que aprenderá.
c-Só aprenderá se tomar desde já o compromisso de praticar até o cansaço sobre todos os assuntos que apresentamos neste blog, e os que recomendamos, e os que por si próprio decida investigar.
Até o próximo artigo e Pratique sempre!!!
Como criar uma escala tonal
O conceito específico sobre o significado e importância da escala tonal, será explicado em outro artigo, futuramente. Por enquanto o mais importante é saber que existe este conceito e saber como exemplifica-lo.
Para fazermos uma tabela de escala tonal, devemos contar com a nossa colecção de pelo menos 7 lápis com numeração do 6B ao 6H. Poderia contar por exemplo com a seguinte sequência: 6B, 4B, 2B, HB, 2H, 4H, 6H.
Se tem dúvidas sobre este tipo de lápis, leia o artigo sobre “Os tipos de lápis”
A seguir, realize uma quadrícula com 7 quadrados como se indica na imagem a seguir

Sobre esta quadrícula, começando pelo quadrado da esquerda e utilizando o lápis 6B, encha o espaço.
No quadro a seguir utilize o lápis de numeração inferior e assim sucessivamente até preencher todos os espaços com os 7 lápis que dispõe.
Neste momento, deverá ter uma sequência semelhante a imagem que segue:

Este exercício também pode ser feito só utilizando exclusivamente o lápis 2B por exemplo e variando a pressão com que o aplica sobre o papel. Tente fazer esta tabela desta forma, já que será muito útil para aprender a manejar e controlar a pressão da sua mão sobre o papel aprendendo assim a ganhar mais controlo e precisão dobre o seu desenho.
Desenho realista Vs Desenho abstracto.
January 20, 2009 by Mag
Filed under Artigos e Leituras, Desenho
Quando de crianças começamos a desenhar, a nossa referência são as figures realistas. Quanto mais parecido o resultado final ao modelo imitado, mais perfeitos os nossos desenhos.
De facto, esse é o método ou procedimento de aprendizagem mais fácil e comum a seguir.
Muitos mestres da pintura e artistas famosos da história da arte começaram desta forma a imitar e a representar rigorosamente qualquer objecto e imagem baseados na meticulosa observação.
A partir dai, qualquer assunto que se queira representar em desenho ou pintura pode ser alterado e convertido em figura não realista, estilizada ou abstracta.
Desenho abstracto por tanto poderia se dizer que é representar um objecto realista procurando capturar a sua essência ou natureza essencial.
No exemplo a seguir, fazemos uma simples demonstração de como um desenho realista pode ser transformado num abstracto tipo Mondrian, sem dar indícios do objecto natural a partir do qual foi criado.
Se quiser praticar e começar a realizar desenhos abstractos, tome este artigo como um ponto de referência e siga os seguintes passos:
- Em primeiro lugar, faça um desenho realista dum tema qualquer a sua escolha, incluindo detalhes de forma e textura para fazer com que este pareça tridimensional.
- Em seguida, em outra folha, comece a eliminar a máxima quantidade de detalhes possível, deixando apenas os elementos que são necessárias para identificar o objecto original, mas sem permitir a descrição do mesmo.
- Finalmente, reorganize os elementos presentes no desenho de forma a criar uma representação não objectiva do modelo. Esta representação pode ser realizada a traves do desenho puro e simples dos elementos de design baseados no original mas abstraindo da forma original, ou mediante o simbolismo e sugestão das qualidades do objecto original.
No nosso exemplo, poderíamos ter representado a árvore, aludindo a qualidade de solidez e verticalidade da mesma.
A arte expressiva, bem seja realista ou abstracta, tem como fundamento em todo o caso, a abstracção das formas, a captura da essência do objecto a traves de estilização e simplificação.
Aprender a desenhar-Parte III
January 8, 2009 by Mag
Filed under Artigos e Leituras, Desenho
Aprender a desenhar-Parte I
Aprender a desenhar-Parte II
O importante é a experiência do processo e não o resultado.
Desenhar adiciona algo novo as nossas vidas…é uma actividade excitante.
A satisfação, o entusiasmo e o divertimento que o desenho e a pintura nos proporciona são em conjunto, o nosso incentivo e a nossa recompensa.
O processo de descobrir essa habilidade é o que realmente é enriquecedor e apaixonante. O processo de desenhar é benéfico em todos os aspectos da nossa vida. É como já disse, uma forma de expressão… a linguagem da arte, relaxante, estimulante e produtiva.
Os nossos desenhos mostram a nossa percepção natural. Desenhar e pintar representa o desafio de comunicar o que se vê de uma forma não verbal. Com poucos elementos e algumas técnicas básicas é possível começar a desenhar e criar coisas fantásticas.
Desenhar é ver….
Através dos nossos olhos como artista podemos apreciar todo o mundo a nossa volta e interpreta-lo de acordo com o nosso ponto de vista. Desenhar não é simplesmente reproduzir, mas definir o que observamos desde a nossa própria perspectiva.
Algumas pessoas apreciam desenhar elementos suaves, soltos e grandes, outros preferem desenhar elementos pequenos e cheios de pormenores. O estilo ou “etiqueta” para determinar que tipo de desenho é o nosso, não é fácil. Manter a mente aberta e deixar fluir é a melhor forma de descobrir o nosso próprio estilo.
Não existe estilo melhor ou pior, bom ou mau…existe simplesmente estilo.
Com o tempo ele aparecerá por si próprio.!
Aprender a Desenhar-Parte I
January 8, 2009 by Mag
Filed under Artigos e Leituras, Desenho
Aprender a desenhar-Parte II
Aprender a desenhar-Parte III
Desenhar e pintar, no meu caso particular, é uma questão natural…acho que aprendi a desenhar antes de aprender a escrever, por isso quando alguém me pergunta “Como aprendo a desenhar?” fico a pensar por uns segundos á procura duma resposta sensata a essa difícil pergunta.
Cada um ao sei próprio ritmo.
Desenhar, é de facto uma actividade humana tão natural como falar ou caminhar.
Desde os inícios da humanidade, existem vestígios da necessidade de comunicar, de imortalizar eventos, objectos, culturas, e formas de vida. Refiro-me por exemplo aos desenhos pré-históricos encontrados em inúmeras cavernas a volta do mundo.
Os criadores destas manifestações de arte faziam isto como uma simples e natural forma de expressão.
Aquelas pessoas que faziam estas coisas identificadas como “diferentes” com um mínimo esforço eram consideradas como prodígios. Assim, ao longo do tempo foi-se criando o conceito de talento, como um presente só pertencente a um grupo exclusivo de pessoas.
No entanto ainda os considerados prodígios e possuidores de esse especial talento, foram pessoas que desde pequenos desafiaram as suas habilidades para aperfeiçoa-las e desenvolve-las ao máximo, tornando-os assim cada vez melhores.
Todos nos somos indivíduos com talentos e habilidades que muitas vezes nem nos apercebemos que as temos…como quem nunca descobriu que tinha talento para dançar porque nunca experimentou e um bom dia este descobrimento se converte numa profissão e uma forma de viver….
Se gosta desenhar ou pintar e quer aprender, então o primeiro passo já foi dado. Está e realizar pesquisa e encontrar fontes de instrução. O seguinte passo é tentar sem parar, com paixão e praticar com muita paciência e perseverança…. Esse é o único segredo para aprender a desenhar, assim como para qualquer coisa na vida.











